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20 jul

Salão de JogosJogos Artísticos

  • 2 COMENTÁRIOS

Seguindo com a série de posts que acompanham o GDCU, o Salão de Jogos de hoje vai mostrar alguns jogos que tem na arte, e não no entretenimento o seu foco principal: Arte e jogos foram o tema da 6ª aula do curso de Ian Schreiber.

Para quem acompanha o curso também, esse post também serve como um filtro do que foi postado lá, junto com nossas impressões. E esperamos também a sua opinião sobre esse tema, nos comentários!

Auditorium (Cipher Prime, LLC, 2008)

auditorium

Esse jogo já foi citado aqui algumas vezes. Vencedor do Interactive Media Awards na categoria “jogos”, é um brilhante exemplo de arte tanto na execução, com lindos gráficos abstratos, e uma jogabilidade muito interessante, onde a descoberta das regras e condições de vitória ocorrem durante o próprio jogo.

Free Will (Raitendo, 2009)

freewill

Um jogo sobre o livre arbítrio, onde uma vez que você perde (morre), no jogo, ele começa a se repetir indefinidamente. Existe mesmo livre arbítrio? Ou uma vez que você toma uma decisão, o seu destino é traçado irreverssivelmente? Pra quem chegar no fim, um trocadilho de recompensa.

The Majesty of Colors (Gregory Weir, 2008)

mejesty

Um jogo muito simples, mas com desdobramentos emocionais bastante complexos. Você toma o papel de uma enorme criatura marinha, e sua interação com os humanos decidirá o seu futuro. Gregoire Weir explora esse mesmo conceito em outro jogo parecido: How to Raise a Dragon.

Storyteller (Daniel Ben)

storyteller

Daniel Ben também se utilza de gráficos simples e narrativas envolventes. Nessa experiência lúdica, você vê passado, presente e futuro de um mesmo conto de fadas.

Coil (Edmund McMillen, 2007)

coil

Outro jogo que utiliza da ocultação das regras, para que a exploração faça parte das mecânicas. Esse jogo utiliza isso para tratar de um complicado tema, e consegue de uma forma única.

Gravitation (Jason Rohrer,2008)

gravitation

Um jogo que mostra a visão do autor sobre a paternidade, através de mais um jogo de gráficos simples e exploração de mecânicas.

Cloud (Jenova Chen, 2008)

cloud

Um jogo que pretende emular as emoções de uma criança ao olhar as nuvens. Talvez um pouco pretensioso demais, e com mecânicas não muito claras. Mas é um jogo audacioso, e merece a citação.

E foi uma grata surpresa para nós, vermos entre tantos jogos de arte citados pelos alunos do curso, o Calabouço Tétrico. Nossa versão do conceito de Raph Koster está mais uma vez em boa companhia!



2 comentários para “Jogos Artísticos”

  1. Yves

    Estes jogos representam o surgimento de um novo sub-mercado de jogos. Muitos destes jogos chegaram a ser finalistas da IGF nos últimos anos. Boníssima coletânea no post.

  2. Mauricio

    Mais alguns:
    The Path e The Graveyard.
    A maluquice do Noby Noby Boy.
    Flower…

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Apesar da maior parte das pessoas se referir a ludo como aquele jogo de tabuleiro quadrado, que tem um percurso em forma de cruz; a palavra - que vem do latim "eu jogo" - é um sinônimo para jogo.

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