7 out
Imagens LúdicasFinal Fantasy VII
- 4 COMENTÁRIOS

Em 1997, e muitos Final Fantasy atrás, foi lançado o mais popular e mais vendido de toda a série: Final Fantasy VII.

A saga ocorre no mundo semi-arruinado de Gaia, começando na metrópole de Midgard. E depois sendo expandida para todo o mundo.

O protagonista é Cloud Strife, um mercenário que tem no seu passado envolvimento com a malévola Corporação Shinra.

Seu par romântico é Aerith Gainsborough, uma florista(!) perseguida desde a tenra infância pela mesma Shinra.

Para completar o trio central temos Sephiroth. O antagonista que tem um passado comum com Cloud quando ambos trabalhavam para a Shinra.

Um dos pontos altos, talvez o mais alto, desse jogo é o assassinato de Aerith por Sephiroth, muito antes do fim do jogo. A cena é dramática, e aproveita-se de todos os recursos recém adquiridos de narrativa cinematográfica do 3D. Esse momento é um marco dos jogos e ajuda e muito a intensificar o ódio do jogador pelo antagonista.

Que é claro, acaba derrotado.
Mas saga de Cloud e Sephiroth rendeu diversos spin-offs, chamados conjuntamente de Compilation of Final Fantasy. E muitas vezes nem sequer são centrados neles.

Vamos começar por Dirge of Cerberus.

Esse jogo, que foi lançado quase que 10 anos depois de Final Fantasy VII, é TPS com elementos de RPG, centrado em Vincent Valentine, uma personagem de apoio na trama central que fez algum sucesso, a ponto de ganhar um vôo solo.
Esse jogo teve uma “expansão” para celular chamada Dirge of Cerberus – Lost Episode.

Em Crisis Core, temos uma trama muito mais envolvente, esmiuçando o passado do grupo militar SOLDIERS a serviço da Shinra.

Esse jogo é mais cativante por envolver os protagonistas de Final Fantasy VII e servir como um prelúdio para o jogo.

Aqui o jogador controla Zack Fair, um membro do SOLDIERS, amigo de Sephiroth, que termina por se envolver com Cloud e Aerith.

Em Before Crisis, temos mais um prelúdio, que ocorre seis anos antes de Final Fantasy VII. Aqui é desenvolvida a origem do grupo AVALANCHE, muito importante na história principal.

Esse jogo é centrado nos Trunk, um grupo de ações secreto da Shinra, e nas suas missões confrontado a AVALACHE.

Completando o Compilation of Final Fantasy, temos o filme Advent Children (e sua versão Complete), que narram eventos posteriores ao fim do jogo

e o OVA Last Order, que apresenta mais prólogos e epílogos da história principal.
Mas não é só isso.


Ainda temos uma inacreditável versão não-oficial em chinês de Final Fantasy VII para nintendinho!
E diversas aparições de Cloud e companhia em outros jogos.

Em Ehrgeiz, um jogo de luta para PlayStation;

Em duas edições especiais de Itadaki Street, só com personagens de Final Fantasy e Dragon Quest;

em Kingdon Hearts(com novo visual)

e recentemente em Dissida, um jogo de luta com os protagonistas e antagonistas de todos os Final Fantasy.
E isso são só os jogos. Além disso muitos produtos associados.



Estatuetas das mais diversas…

bonecos,

bonecos estilo sackboy,

penduricalhos,

poções de cura,

e é claro, cosplays de cabelo armado.








[...] This post was mentioned on Twitter by Pclloh and Imprensa Gamer. Imprensa Gamer said: Final Fantasy VII: Em 1997, e muitos Final Fantasy atrás foi lançado o mais popular e mais vendido de toda a sé.. http://bit.ly/D8knb [...]
Final Fantasy VII é, na minha opinião, o melhor da série. Isso não só pela história de fundo ecológico e seus personagens cativantes, mas também pelo sistema de jogo que conseguiu ser inovador sem modificar o padrão da série.
O sistema de materias é fenomenal: ele é simples o suficiente para que os iniciantes escolham facilmente seus efeitos ao mesmo tempo em que permite que o hardcore estude por horas combos otimizados para vencer os chefes mais complicados.
As sidequests também são bem diferenciadas para os padrões da época, destacando-se no trabalho árduo de criar e cruzar chocobos para poder explorar o mapa ou participar das corridas no parque de diversões Gold Saucer.
Final Fantasy VII fez tanto sucesso que até a teoria Gaia, a base da história, foi usada como base também para o Filme (The Spirits Within, de 2001).
Não há dúvidas: é um dos melhores RPGs da história.
Concordo com você Thiago. Apesar do VI ser o meu preferido a intensidade dramática atingida no VII é muito superior e sistema de matérias era realmente muito bom.
Mas tenho péssimas lembranças das inglórias tentativas de tentar fazer o Chocobo Preto. Aquilo dava trabalho demais… E sem ele não dava para pegar o Knight of the Round, e sem ele matar o Sephiroth era uma tarefa extremamente mais árdua.
Coisas de JRPGs.
Eu te entendo, Caetano. Eu mesmo não consegui criar meu Chocobo Dourado prá ir normalmente à ilha. Ao contrário, matei o Ruby Weapon prá poder pegar a rosa (Golden Rose… Desert Rose ou qq coisa assim) que dava direito a trocar por um Chocobo Dourado.
Isso também é um pró pro FFVII: a capacidade de chegar a um resultado difícil por caminhos diferentes.