9 nov
Salão de JogosHorror, doce horror
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A quase exatamente um ano foi postado um salão de jogos sobre zumbis. Na época o Alvaro, que apenas acompanhava o site como leitor questionou a ausência de Alone in the Dark, o que nos leva ao post de hoje dedicado a jogos de horror (sem zumbis).
De modo geral esse é um gênero que funciona muito mais nos jogos eletrônicos do que em jogos de mesa, pela grande importância que uma imersão tem neles. Jogos de horror geralmente envolvem poucos recursos, sobrenatural e sustos como ferramentas básicas para gerar tensão como veremos a seguir.
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Sweet home (Capcom)

Diz a lenda que é o pai de Resident Evil. Em uma mansão cinco pessoas que lá estava para restaurar afrescos se vem perseguidos por criaturas sobrenaturais e tentam desvendar os mistérios por trás dessas assombrações. O jogo usava uma estrutura de RPG com elementos na época inovadores, como a morte permanente de personagens jogadores e uma atmosfera opressiva e chegou até mesmo a gerar um filme.
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Haunted House (Atari)

Sweet Home pode ter sido o primeiro acerto em jogos eletrônicos de horror, mas não foi o primeiro. Haunted House de Atari 2600 foi talvez a primeira tentativa de fazer um jogo de horror, mas considerando as limitações da época justamente em elementos de ambientação o jogo foi apenas parcialmente bem sucedido.
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Alone in the Dark (Diversos)

O primeiro jogo de survival horror mais bem sucedido e com diversas continuação, sendo a mais recente de 2008; além de histórias em quadrinhos. Nasceu já como 3D, muito próximo de um point and click e com o passar dos anos foi se aproximando cada vez mais da ação dos survivals atuais.
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Clock Tower (Human Entertainment/Sunsoft)

Outra série que está nas raízes do horror eletrônico. Mais mansão mal assombrada, novamente combinando adventure com survival, mas com bastante ação e fugas continuas do terrível “homem-tesoura“. Horror mais tradicional nesse sentido, pois fugir quase sempre era a melhor opção. Mais um com versão cinematográfica, prevista para o fim de 2010.
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Silent Hill (Konami)

Outro dos jogos, junto com Resident Evil que deu ao Survival Horror a estética que conhecemos hoje. Nesse caso muito mais voltado para o horror que seu primo zumbi, Silent Hill trabalha com fantasmas, alucinações e finais alternativos bizarros. O mais recente deles, uma espécie de remake do primeiro, previsto para o começo de 2010 também volta as raízes tradicionais do horror, abolindo combate e apoiando a fuga como opção de sobrevivência mais comum.
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Fatal Frame (Tecmo)

Jogo de fotografar fantasmas. Isso mesmo, em seus diversos jogos, Fatal Frame sempre envolve um protagonista que tem como principal arma uma câmera fotográfica para se proteger de fantasmas e assombrações muito mal intencionadas. Isso é claro sempre em meio a cidades e prédios abandonados. Por alguma razão seu mais recente jogo, exclusivo para Wii ficou apenas no Japão apesar das boas vendas.
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Dark Corner of the Earth (Headfirst Productions)

First Person Survival Horror. Não chega a ser um FPS pela dificuldade excessiva envolvendo uso de armas e aquisição de munição, assim como a realismo cruel em relação a ferimentos. Um survival de primeira pessoa baseado no universo de H.P.Lovecraft onde o jogador pode, enquanto investiga porque estão tentando matá-lo, enlouquecer diante das verdades e horrores revelados.
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Call of Cthulhu - Card Game (Fantasy Flight)

Cthulhu vai além dos jogos eletrônicos como vocês bem sabem. Esse jogo aqui é um card game colecionável, com várias expansões e muitas e muitas cartas, com toda a estrutura de montagem de baralhos e escolha de estilos de jogo diferenciados. O tema é horror, mas ninguém deve se sentir aterrorizado ao jogar…
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A Touch of Evil (Flyng Frog)

Jogo de tabuleiro onde os jogadores encarnam caçadores de monstros no melhor estilo Van Helsing. Tem um modo colaborativo onde os jogadores enfrentam um terrível mal juntos e um modo competitivo, onde cada jogador compete com os demais para ver quem é o melhor caçador de monstros.
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Wold of Darkness (White Wolf)

Série de livros de RPG de mesa ambientados em um universo sombrio e povoado por criaturas sobrenaturais como Vampiros, Lobisomens, Magos, Fadas (malvadas), Fantasmas e todo os panteões possíveis de criaturas que já habitaram histórias de terror.
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Darkness (lutgames)

Jogo em flash de horror com um sistema de point-and-click. O primeiro capitulo é em primeira pessoa, mas os dois capítulos seguintes são de visão lateral, como de um jogo de plataforma. O jogo prega alguns sustos, e para quem leu esse artigo é uma boa pedida para ir matando a vontade de jogar um jogo de horror sem gastar dinheiro. Infelizmente já faz algum tempo que foi prometido o quarto capítulo e nada… Mistério. Mas não seria o suspense o pai do horror?








[...] This post was mentioned on Twitter by Loodo, Natanael Rabelo. Natanael Rabelo said: Horror, doce horror http://tinyurl.com/yglv99t [Loodo] [...]
òtima lista! Valeuj pelas dicas. =D
Dos jogos eletrônicos mencionados já joguei quase todos. A série Fatal Frame não é melhor que a Silent Hill, mas dos jogos eletrônicos é a que certamente dá mais medo… simplesmente petrificante! Tenho pesadelos com fantasmas até hoje! Recentemente me deparei novamente com um jogo que aterrorizou minha infância, o Uninvited para NES. Agora ele não parece tão assustador, mas quando eu tinha 6 anos…
Faltou mencionar Phantasmagoria!! Era um jogo realmente assustador, feito em formato de filme (o que era no minimo raro na epoca), que ocupava sete cds…
Certo, faltou Phantasmagoria, e mais alguns outros. Nessa mesma linha (adventure-filme) tinha a série de jogos do Gabriel Knight também.
Eu não sei se horror é a palavra certa, mas Haunting Ground tem uma forma interessantíssima de abordar o medo. É um jogo fabuloso. Fez falta na lista.
Eu lembro de um tempo que eu, fã do Resident Evil, teimava em dizer que Silent Hill não era melhor. Mas SH é assustador demais! Não terminei o Homecoming pra não morrer do coração. RE aos poucos foi perdendo o jeito com o suspense. No primeiro episódio não havia uma sala onde você entrasse sem empunhar a arma. Estava sempre alerta e tenso. Com o passar do tempo acho que o foco saiu mais para a ação ou outra coisa que não o medo.
Muito bom o post. Continuem assim.