3 fev
Imagens LúdicasConcept Art: Batman Arkham Asylum
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Um dos jogos mais falados dos ultimos tempos e considerado um dos melhores jogos de 2009, e provavelmente o melhor jogo de super-heróis já feito, Batman: Arkham Asylum tem em seu favor uma enorme lista de predicados.
O Imagens de hoje se dedica a mostrar as excelentes artes do jogo, seja na suas fazes iniciais ou finalizadas em figuras já renderizadas e texturizadas.


Começamos pelo próprio Batman. A leitura dada a personagem fica entre os quadrinhos e os filmes. Seu uniforme parece de algum material reforçado e ele conta com proteções reforçadas nos braços e pernas no lugar das luvas e botas “normais” dos HQs. Algo entre o colante o a armadura militar, com um ótimo resultado.
A imagem em detalhe mostra como funciona o “Detective View” do jogo.
O resultado final pode ser observado na imagem de abertura, com um Batman sério, ameaçador e pesado.



A seguir é claro, o nêmesis e antagonista principal do jogo, o Coringa.
Esse se ateve aos quadrinhos em todos os detalhes. Considerando as interpretações mais macabras do “palhaço do crime”, obviamente. Esse Coringa usa o tradicional terno roxo, acrecido do detalhes da risca de giz, e um aspecto mais sujo que o normalmente visto nas HQs (influencia do último filme?).
Icônico como não poderia ser mais.



A Arlequina foi uma das personagens que mais sofreu mudanças no jogo.
Do visual original, criado na série Batman: The Animated Series e transferido para os quadrinhos não sobrou muita coisa. A paleta original preta e vermelha foi alterada para um púrpura e vermelho, provavelmente para fazer melhor relação com o Coringa.
A roupa foi radicalmente alterada para melhor se encaixar com a origem apresentada no jogo e certamente para deixa-la mais sensual. Como em todos os casos nesse jogo, a adaptação funcionou.


Gordon não mudou muito, apenas adquiriu o mesmo ar e físico pesados e massivos que todos os personagens que podiam ter assumiram. De resto tudo igual, mas sua participação é pequena, não havia porque gastar muito tempo com ele.



Zsasz foi outro que mudou pouco. O uniforme do Asilo foi inserido, algumas algemas e correntes, e cicatrizes de contagem na testa, grande e marcantes, reforçando o aspecto “presidiário perigoso” da personagem.


A Hera-Venenosa também foi “apenas” uniformizada. Na verdade conseguiram tirar um pouco da sua roupa também, que já não era muita…



Croc, ou Killer Croc, no fim ficou até menor do que inicialmente concebido na sua versão inicial mas isso se explica logo a seguir. Além do físico “reduzido” ganhou uma mandíbula imensa e as mesmas correntes e correias de Zsasz.



Bane teve o aspecto “lutador de luta mascarado” reforçado, com alterações na mascara que ganhou aberturas para os olhos e boca.
Além disso ficou ainda maior, provável razão pela qual Croc ficou um pouco mais fino, e teve os tubos por onde eram passadas a droga chamada veneno viraram verdadeiras mangueiras ficando mais brutal e intimidador.


Por último o Espantalho, que nunca foi uma personagem de soluções muito interessantes visualmente ganhou uma mascara com respiradores que remete vagamente a usada no filmes Batman Begins e Batman Dask Knight.
Além disso em vez do habitual e pouco impactante pó alucinógeno ganhou uma luva de “dedos de seringas” digna de Freddie Kruger.
Para um pouco mais de concepts de Arkham Asylum visite o Deviant Art de Carlos DAnda ou Chuckdee. Alem das concepts você encontrará diversas outras imagens relacionas a quadrinhos. Bom proveito!








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Batman: Arkham Asylum é, realmente, um excelente jogo (mas nunca mais o curti, depois da chegada do Mass Effect 2 - cadê o artigo sobre ele?).
Diferente do que eu pensava quando anunciado, o jogo não se adapta do universo realista dos filmes do Christopher Nolan e baseia-se diretamente nos quadrinhos. Pontos fortes e fracos aqui.
Como vantagem, o jogo pode oferecer muito mais que só uma “narrativa de ligação” entre O Cavaleiro das Trevas e um terceiro filme, tendo uma história própria e muito bem desenvolvida.
A arte do jogo é baseada fielmente nas HQs, principalmente nas graphic novels. O asilo Arkham realmente é arrancado das páginas de “A Piada Mortal]”, assim como o Coringa. Aqui está um ponto fraco, ao menos pra mim: o palhaço do mal não é tão “devastador” quando aquele interpretado por Ledger no último filme. Como fã dos quadrinhos, sinto uma honra em ver o personagem em sua representação original. Mas para o universo em si, aqui ele poderia estar mais humano.
E é esse o principál ponto fraco, ao meu ver, do jogo. Ele se baseia demais nas HQs, e as representações das personagens acabam por serem fantasiosas demais. Como Batman é um “herói possível”, onde tudo o que ele possui existe em nosso mundo real (só é preciso de uma boa grana), os vilões “mutantes” afundam a história na mesmice. Como fã do heroi, isso me irrita. Com uma personagem tão real que é Bruce Wayne, ver o universo fantasioso empregado nos HQs e, consequentemente, no jogo, acabam por tirar uma magia que os novos filmes sempre me transportam: a realidade.
Esteticamente, o jogo é excepcional: os ambientes macabros, as personagens fortes e com personalidade. Tudo retirado dos quadrinhos. Talvez seja por isso que eu achei a narrativa fraca: sempre adorador do herói, mas não do universo fantasioso dele, Arkham Atylum pra mim, é só um bom jogo.