Multiplayer
Uma categoria especial, onde autores convidados tem espaço para discutir sobre seus jogos favoritos, e todo o projeto por trás deles.
13 mar
MultiplayerUm jogo por mês durante 100 meses: Uma aventura criativa
Em Janeiro de 2000, eu comecei a publicar um jogo “print and play” por mês no site da Invisble City Productions. Quando comecei, já tinha quatro jogos prontos, e assumi que conseguiria fazer mais um a cada mês subsequente. Eu não tinha nenhum tipo de treinamento formal ou experiência em game design. Já tinha feito alguns jogos antes, mas eles sempre levaram mais que 30 dias para ficar prontos. Eu realmente não levei em consideração o quanto difícil isso poderia ser.
As pessoas me perguntam com alguma frequência se fazer um jogo por mês é difícil. Minha resposta? “Os primeiros sete são muito, muito difíceis. Depois, só fica cada vez mais fácil.” E é verdade. Virtualmente, qualquer coisa é difícil de se fazer no começo, mas com a prática você se aperfeiçoa. Isso inclui game design.
13 mar
MultiplayerOne Game a Month for 100 Months: A creative adventure
In January of 2000, I started posting one new print and play game every month at Invisible City Productions. When I first started, I had four games already ready to go, and I assumed that I’d be able to make up one game every following month.
I started with no formal game design training or experience. I’d made up a few games before, but each game took a lot longer than one month to make. I didn’t really consider how hard it would be to do.
People often ask me if making one game a month is hard to do. My response? “The first seven are really, really hard. After that, it gets easier and easier.” And that’s the truth. Virtually anything is hard to do at first, but as you practice, you get better. This includes game design.
5 dez
MultiplayerSe Aristóteles jogasse Videogames
Por Antonio Terra
Historicamente os jogos eletrônicos têm sido tratados como um assunto pertinente exclusivamente ao recinto da diversão, como se não passassem de um simples entretenimento (exceção seja feita àqueles que os vendem e, portanto, os pensam como um negócio). E tradicionalmente se opõe diversão à educação e às demais coisas sérias. Mas é chegada a hora de romper com esta visão simplista e compreender que os jogos eletrônicos possuem um papel ativo na formação da consciência daqueles que os jogam regularmente. E como dizer que a formação da consciência de um ser humano não é algo sério?
Entretanto, não desejo que os jogos deixem de divertir para passar a educar. Jogos tem que divertir. Um jogo que não divirta não servem para mais absolutamente nada. Quem irá jogar um jogo que não lhe proporcione nenhuma satisfação? O potencial educativo de um jogo será tão mais forte quanto mais divertido o jogo for.
10 out
MultiplayerAlém do peão e do dado
Esse artigo estréia a sessão Multiplayer, onde autores convidados tem espaço para discutir sobre seus jogos favoritos, e todo o projeto por trás deles.
Por Antonio Marcelo
Lembro-me na década de 80 que o Brasil tinha um mercado muito vasto de jogos de tabuleiro. Lembro-me ainda de jogar com meu pai e minha mãe os chamados clássicos, como War, Banco Imobiliário, entre outros. Contudo quando comecei a descobrir os computadores e os videogames, estes jogos foram esquecidos e no resto do país semelhante fenômeno aconteceu. No final da década de 80 o videogame, o RPG e os cardgames começaram a colocar de lado os jogos de tabuleiro no país e no mundo. Colaborando com isto, as empresas nacionais não se preocuparam em inovar e isto levou a um marasmo neste mercado.







